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Ponte de Guaratuba: do papel à realidade, confira a linha do tempo da obra do Litoral

Ponte tem mais de 1.240 metros de extensão, com quatro faixas de tráfego, duas faixas de segurança em cada sentido, calçadas com ciclovia e guarda-corpos

Publicada em 27/04/2026 às 19:18h | Tribuna Metropolitana com AEN  | 28 visualizações

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Ponte de Guaratuba: do papel à realidade, confira a linha do tempo da obra do Litoral
 (Foto: Geraldo Bubniak/AEN)


Obra mais aguardada da história do Paraná, a Ponte de Guaratuba será inaugurada nesta quarta-feira (29) pelo governador Ratinho Junior após mais de 40 anos de espera. Presente na Constituição Estadual tamanha a sua importância para o desenvolvimento do Litoral, a fase de obras levou dois anos, após serem iniciadas em 30 de abril de 2024. 

Iniciativa do Governo do Estado do Paraná, sob a coordenação do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), as obras foram executadas pelo Consórcio Nova Ponte, vencedor de licitação pública. O investimento foi de cerca de R$ 400 milhões para colocar fim a travessia pelo ferry boat. 

A ponte conta com mais de 1.240 metros de extensão, com quatro faixas de tráfego, duas faixas de segurança em cada sentido, calçadas com ciclovia e guarda-corpos. Considerando ainda os acessos terrestres nas duas entradas da ponte, a ponte abrange pouco mais de 3 quilômetros. 

Confira abaixo a linha do tempo desta obra emblemática para os paranaenses: 

2019 – O processo começou com a elaboração do Estudo de Viabilidade Técnica Econômica e Ambiental (EVTEA), com investimento de quase R$ 1 milhão por parte do Governo do Estado, entregue em 2019. O estudo apontou a viabilidade da construção da obra e as possíveis alternativas técnicas. À época, foram levantadas cinco propostas de traçados. 

2020/2021 – O movimento seguinte englobou a contratação e realização dos estudos ambientais e do anteprojeto de engenharia da obra. Seis concorrentes chegaram até a fase final do processo licitatório, vencido pelo consórcio formado pelas empresas Maia Melo Engenharia, de Pernambuco, e Enescil Engenharia de Projetos, de São Paulo. 

Uma das obrigações do vencedor era validar ou propor alterações para os três traçados mais viáveis apontados no EVTEA. A concorrência foi feita na modalidade Seleção Baseada na Qualidade e Custo (SBQC), com o vencedor sendo definido de acordo com as melhores propostas de preço e técnica. A homologação ocorreu em abril de 2021.




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